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Quando o Computador Pessoal (Personal Computer ou PC) foi lançado em escala comercial (1974), os usuários ainda tinham que aprender a programar. A linguagem era o BASIC (por isto, os primeiros cursos de informática ensinavam BASIC).
Com o lançamento do VisiCalc em 1978, o microcomputador passou a despertar interesse das empresas. O VisiCalc é um software pré-programado, que permite ao usuário automatizar trabalhos que envolvem planilhas de cálculos, como planilhas de custos e folhas de pagamento. Com pouco tempo de estudo, um gerente de departamento poderia utilizar um micro. Assim, os cursos de informática (a maioria dos cursos) passaram a ensinar a operar esses tipos de software.
Surgiram outros softwares pré-programados: PLANILHAS ELETRÔNICAS, EDITORES DE TEXTOS (para substituir a máquina de escrever) e os GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS (para organizar fichários).
Estes softwares são conhecidos como APLICATIVOS, por permitirem a aplicação do microcomputador em diversas atividades sem que o usuário precise saber programar. Por serem softwares que atendem a tarefas genéricas, os principais aplicativos ensinados a principiantes nos cursos de informática são:
Observe que, em alguns casos, o nome do produto evidencia sua aplicação: word significa palavra em inglês.
Por favor, atenção!!!
Tem gente por aí chamando o Word de World.
World, com a letra L, significa "mundo".
Word, sem a letra L, significa "palavra".
Como estas 3 aplicações resolvem os problemas da maioria dos escritórios, foram criados os SOFTWARES INTEGRADOS. São programas que, num único pacote, integram os 3 tipos de aplicação. Também são conhecidos como suites. É o caso do Office da Microsoft. Muitos cursos de informática oferecem curso de Office.
Outros aplicativos que vêm se tornando populares são os da área gráfica e da web, como o Photoshop, Illustrator e o Flash, entre outros. Facilitam a apresentação de trabalhos impressos, páginas de internet e outras formas de comunicação. Afinal, vivemos na era da beleza e a apresentação é fundamental. Alguns cursos de informática se especializaram em cursos de design gráfico e cursos de webdesign (são cursos na categoria de cursos de computação gráfica).
Para cada caso, existe uma infinidade de produtos que concorrem no mercado, tornando quase impossível dizer qual deles é o melhor! Nós, da área de informática, dizemos que ...
"o melhor software é aquele que sabemos usar corretamente e atende às nossas necessidades."
O funcionamento do computador é um mistério para muitos e, realmente, é uma das mais incríveis invenções do Homem. No entanto, apesar de toda velocidade e de toda a complexidade dos programas que o computador pode rodar, o princípio de funcionamento é muito simples.
O computador eletrônico funciona à base de energia elétrica. Simplificando, podemos dizer que cada componente eletrônico do computador trabalha de forma binária (dois estados):
ou, se você preferir, cada estado poderia ser visto assim:
É como colocar o dedo num fio: você leva ou não leva choque. Isto é o que se chama de Sistema Binário (binário significa 2 possibilidades).
Para explicar melhor tudo isto, vamos utilizar uma lâmpada representando o que seria um componente eletrônico do computador (veja à esquerda).
A lâmpada pode assumir dois estados: acesa ou apagada.
É um vocabulário pequeno, mas se trabalharmos com dois componentes (2 lâmpadas) agrupados teremos mais possibilidades, combinando os diversos estados:
A memória do computador é composta por milhares destes componentes sendo que cada um só pode assumir 2 estados.
Por outro lado, o computador é construido com grupos de 8 componentes.
Assim, podemos ter 256 situações diferentes ao invés de 4, como à direitaa.
O computador é construído de forma a associar um caractere (letra, algarismo, ...) a cada grupo de 8 componentes eletrônicos (nossas lâmpadas!).
Desta forma, a letra A , para o computador (em sua memória), é representada pela combinação à esquerda.
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Para a máquina, cada único componente tem sentido. Afinal, por ali passa ou não passa corrente elétrica! Para nós, humanos, só terá sentido cada grupo de 8 componentes, pois eles estarão associados às letras.
Assim, para a máquina, a menor unidade de informação é um destes componentes (lâmpada acesa ou lâmpada apagada). Para nós, a menor unidade de informação é uma letra, ou seja, um grupo de 8 componentes.
Cada componente recebe o nome de BIT (BInary digiT) e cada grupo de 8 componentes recebe o nome de BYTE (BinarY TErm).
Assim, 1BYTE é composto de 8 BITS.
Pelo fato de ser um tanto complicado desenhar lâmpadas, costuma-se representar a lâmpada acesa, pelo algarismo 1 e a lâmpada apagada, pelo algarismo 0. Por isto, diz-se que o computador trabalha com zeros e uns. No caso, a letra A seria representada da forma seguinte:
Experimente comparar a seqüência das lâmpadas com a seqüência de zeros e uns: 0 1 0 0 0 0 0 1
Importante:
Bits e bytes além de serem termos usados para representar e armazenar caracteres, também são utilizados para medir velocidades.
Além do CLOCK para representar a velocidade de processamento da CPU, temos o número de BITs que a CPU processa por vez.
Uma CPU que processa 64 BITs em uma fração de tempo, é mais rápida que outra que processa 32 BITs na mesma fração de tempo.
Agora que você já sabe disso, consegue compreender o porquê de tantos cursos de computação usarem nomes contendo os termos bit e byte... Caso da CiaByte (originariamente, o curso de informática CiaByte, chamava-se Companhia dos Bytes).
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Você sabia?
Este monte de componentes (que representamos por lâmpadas) ficam dentro dos chips!
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Você já sabe que o computador, para ser de alguma utilidade, necessita ser programado. Os programas que você utiliza e que fazem com que o computador seja útil, isto é, agilize alguma tarefa que você levaria horas para executar sem ele. Os primeiros cursos de computação tinham que ensinar muito de sistema operacional. Hoje, isso ficou bem mais leve....
Estes programas são chamados de APLICATIVOS ou SOFTWARES APLICATIVOS.
Para que um programa aplicativo possa ser carregado na memória e, ainda, para que possa ser executado, é necessário que o computador já tenha algum "conhecimento prévio", como, por exemplo:
Esse conhecimento prévio, nada mais é do que um conjunto de programas que são vitais para o computador, apesar de serem de pouca utilidade para o homem.
São chamados de programas básicos ou, SOFTWARE BÁSICO. Esse conjunto também é conhecido como
SISTEMA OPERACIONAL.
Imagine a memória RAM (aquela que se perde quando a máquina é desligada) contendo o Sistema Operacional e um programa aplicativo como um editor de textos. Imagine, agora, que você deseje imprimir um texto.
O diagrama à esquerda ilustra o que ocorre quando você comanda o seu aplicativo para imprimir o texto.
Conclusão:
Sem o Sistema Operacional, seu programa não consegue "conversar" com a máquina!
É fundamental que o Sistema Operacional seja carregado na memória, para que o computador possa funcionar. Você reparou que ele atua como intermediário entre o Software Aplicativo e a máquina? No entanto, algumas tarefas básicas como copiar discos, também podem ser feitas diretamente através do SO (Sistema Operacional). Nestes casos, você "falará" diretamente com o SO que entende apenas alguns comandos (ele é bem limitado) e para que você tenha o resultado desejado, precisará digitar corretamente os comandos de forma que o SO não "se atrapalhe".
Para que você possa compreender o porque e quando deverá "conversar" diretamente com um SO, alguns conceitos devem ser aprendidos. Vamos a eles!
ArquivoImagine que usando o computador, você escreveu 3 cartas distintas. Uma foi para uma tia, outra para seu pai e outra para um amigo.
Se você for uma pessoa organizada, desejará manter uma cópia de cada carta arquivada em uma pasta! Com a finalidade de identificar rapidamente qualquer das cópias, você anota no canto de cada uma algo que a identifique (veja figura à direita).
Dessa forma, em outra ocasião, você poderá recuperar a informação, ou seja, rapidamente identificar uma carta e relê-la.
No computador, salvamos as informações (guardamos as cartas) não em pastas de papelão, mas gravando em discos. Quando gravamos uma carta, atribuímos a ela um nome que identifique facilmente seu conteúdo. Para o Sistema Operacional, cada carta sua é um arquivo.
Portanto, as 3 cartas serão gravadas em 3 arquivos, cada qual com um nome que as identifique.
O Sistema Operacional é o responsável por salvar (gravar) e por recuperar (permitir que você reveja) arquivos. Por isto, apesar de você poder inventar o nome que desejar, os nomes de arquivos devem seguir alguns padrões:
Normalmente, os sobrenomes servem para identificar uma "família" de arquivos ou seja: você define que todas as cartas particulares suas, deverão ter sobrenome CAR (de cartas). Desta forma, os nomes completos dos arquivos que contém cópias das suas cartas ficariam assim:
Observe: o nome é separado do sobrenome por um ponto. Não existem espaços em branco!
Costumamos, ainda, classificar os arquivos em dois grupos:
Toda seqüência de instruções que o computador deve executar é um programa. Precisamos ter esta seqüência devidamente gravada.
Para isto cria-se um arquivo que, nestes casos, conterá instruções. Em geral, as extensões (sobrenomes) são EXE ou COM .
Como já dissemos, os SOs são um tanto limitados e se a extensão de um arquivo que guarda um programa não for uma destas, o SO não conseguirá executá-lo. Toda vez que você vir um arquivo com uma destas extensões, poderá ter certeza de que trata-se de um programa.
Muitos programas permitem que você crie documentos (um editor de textos, permite a criação de vários documentos, como cartas, livros etc.). Estes documentos não representam nenhuma instrução que o computador deva executar.
Portanto são, meramente, um conjunto de dados. Em outras palavras, suas cartas são Arquivos de Dados e não Arquivos de Programa.
Se você usar um editor gráfico (programa que permite fazer desenhos), você também poderá gravar seus desenhos em arquivos. Estes também serão Arquivos de Dados.
Imagine que todo mês você escreva uma carta para sua mãe que mora no Japão e que você guarde uma cópia desta carta numa caixa.
Mês a mês, você vai empilhando as cartas, claro, tomando o cuidado de escrever um nome no canto da folha, para posterior identificação: MÃE01.CAR, ...
Além disso que, todo mês, você faz um resumo de sua contabilidade. Você anota seu salário e controla as despesas. Mês a mês, você vai empilhando estes resumos na mesma caixa onde coloca as cartas para sua mãe.
Estes documentos também seriam nomeados: MES01.CTB, MES02.CTB, etc.
Para desorganizar um pouco mais a sua caixa, suponha que um parente seu, que todo dia faz um desenho novo, os guarda na mesma caixa. Claro, ele pelo menos dá nomes aos seus desenhos: CASA.DES, MAR.DES, CACHORRO.DES, etc.
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Imagine, agora, o trabalho que você teria para localizar a folha que contém a sua contabilidade do mês de fevereiro, por exemplo... Difícil, é claro, Está tudo uma bagunça! Para organizar esta bagunça você poderia usar algumas pastas e etiquetá-las, uma com o nome CARTAS, outra com o nome CONTAS e, finalmente, outra com o nome DESENHOS.
Então, você colocaria as cartas enviadas à sua mãe na pasta CARTAS, as planilhas contábeis na pasta CONTAS e todos os desenhos na pasta DESENHOS.
Você até poderia guardar as pastas na mesma caixa...
Quando você desejasse localizar (recuperar) a carta (cópia) que mandou para sua mãe, bastaria localizar a pasta CARTAS, abrí-la e procurar a carta. Veja, graficamente, acima.
Desta forma, estaremos representando uma situação concreta (real, a das pastas dentro das caixas), através de um MODELO LÓGICO chamado de ÁRVORE (parece?!).
No computador ocorre algo muito parecido! Imagine que você gravou todos os seus trabalhos (cartas, contas e desenhos) num disco. Aqui, o disco fará o papel da caixa. Ao longo do tempo você começará a ter uma infinidade de arquivos, todos misturados e, fatalmente, irá trabalhar em dobro para localizar qualquer coisa!
O Sistema Operacional permite que
Como no caso dos arquivos, os diretórios possuem nomes, inclusive, com as mesmas regras (nome + extensão). No entanto, é pouco comum, dar-se sobrenomes (extensão) aos diretórios. Num sistema informatizado, o símbolo de barra invertida (\) substituirá o termo caixa, para representar o diretório raiz.
Ao invés das pastas etiquetadas com CARTAS, CONTAS e DESENHOS, você terá os diretórios cujos nomes poderiam, também, ser: CARTAS, CONTAS e DESENHOS.
Finalmente, em lugar de folhas de papel, você teria arquivos com os nomes MÃE01.CAR, ... Os SOs costumam representar a posição de determinado arquivo ou pasta mostrando um caminho, separado por barras. Veja os exemplos:
A:\CARTAS
Significa disco da unidade A:, na pasta CARTAS
C:\CURSO\EBERLIN\FASEA
Disco C:, pasta FASEA, que por sua vez está dentro da pasta EBERLIN que está dentro da pasta CURSO. (Pastas dentro de pastas também são permitidas)
D:\
Drive D: (usualmente o drive de CD ou DVD)
Compreendendo os conceitos arquivo, diretório (pasta) e
subdiretório (pasta dentro de pasta), fica mais fácil perceber que os SOs têm, além de outras, a finalidade de gerenciar os arquivos gravados em disco.
O Windows facilitou muito a vida dos cursos de informática. No tempo do DOS, muitos alunos sofriam no curso...
Até o momento, não falamos em Windows ou DOS e sim em Sistema Operacional de uma forma genérica. Falaremos de algumas particularidades dos mais famosos SOs para PCs.
Em muitas situações ainda temos que lidar diretamente com a máquina através do sistema operacional. Principalmente durante a instalação de algum periférico novo ou quando alteramos configurações da máquina ou, ainda, quando temos que nos desvencilhar de algum vírus.
Apesar de o DOS (Disk Operating System) da Microsoft ter sido um dos melhores sistemas operacionais já desenvolvidos, é um ambiente muito complexo para ser usado por leigos. Quando falamos de AMBIENTE DOS estamos nos referindo a uma determinada situação.
Vamos explicar o conceito de ambiente na informática: quando você entra num restaurante fino e precisa fazer pipi, você não pergunta onde fica o BANHEIRO! Não é chique! Você pergunta onde fica o TOILETE!!! Por outro lado, se você entrar num boteco, no centro da cidade, e perguntar onde fica o TOILETE, ninguém vai entender! Claro! São ambientes diferentes!
Quando um programa está na memória do computador, sendo executado, dizemos que ele tem um ambiente próprio. Isto significa que para operar este programa, você deverá aprender termos e modos de operação daquele ambiente. Quando seu computador só tem o DOS na memória, dizemos que você está em ambiente DOS.
Você saberá que está no ambiente DOS quando, em algum lugar da tela, surgir algo parecido com um dos exemplos:
Estes sinais são conhecidos como PROMPT DO DOS.
O PROMPT DO DOS poderia ser traduzido como Caractere de Prontidão (feio, não é? Por isto, todo mundo fala PROMPT ... e pronto!). Prompt é um caractere (ou conjunto de) que permite a você, usuário, saber que está no ambiente DOS e, ainda, que o DOS está de prontidão, ou seja: o DOS está aguardando suas ordens! Por hora, procure compreender o seguinte: no caso específico do DOS, a interface com o usuário (ambiente que o DOS usa para se comunicar com você) é pobre.
Em outras palavras, é necessário que se decore comandos que o DOS entende para "falar" com ele.
Ao contrário do que muitos pensam, os Windows dessas versões não são sistemas operacionais. São apenas programas que funcionam como interface entre o usuário e o SO.
No caso dos PCs (Personal Computer), o computador tinha que carregar o DOS na memória para, em seguida, carregar o Windows.
O Windows trouxe uma nova forma de operar a máquina. Com o mouse e apontando uma setinha para as funções desejadas, pode-se obter resultados fascinantes, sem que se tenha que digitar uma linha de comando sequer.
A origem do Windows é muito mais antiga do que a maioria pensa. Não foi copiado do Machintosh (como alguns afirmam), apesar de este usar um sistema operacional com características similares.
Estudiosos, como psicólogos e sociólogos, entre outros, reuniram-se financiados pela Xerox, no intuito de desenvolver uma interface ideal para a interação homem-máquina. Chegaram a um programa de computador chamado de SmallTalk que mostrava na tela a representação de uma mesa de trabalho de um escritório comum, contendo bloco de anotações, telefone, calculadora, caneta e até lata de lixo! O projeto foi abandonado porque, na ocasião, o hardware não era suficientemente desenvolvido!
Com estas versões do Windows, as tarefas básicas que eram feitas através do DOS ficaram tremendamente facilitadas através de um programa chamado Gerenciador de Arquivos.
Justamente onde o usuário não enxerga é que ocorreram mudanças estruturais, destacando-se o fato dessas versões serem Sistemas Operacionais e não apenas uma "cara bonita" para o DOS. Em outras palavras: você não precisa mais ter o MS-DOS + Windows 3.1 em sua máquina; basta ter o Windows!
Finalmente, podemos dizer que...
O WINDOWS É UM SISTEMA OPERACIONAL MULTITAREFA PREEMPTIVO
Multitarefa: modo de operação que permite a execução simultânea de duas ou mais tarefas em um computador.
Preempção: ato de interromper uma chamada ou mensagem de mais baixa prioridade com a finalidade de usar o mesmo circurito para transmitir uma mensagem urgente.
Até outubro de 1991, falar de um código que pudesse ser alterado por usuários, ou software distribuído gratuitamente e desenvolvimento comunitário não passava de uma utopia. Linus Torvalds, universitário do Departamento de Ciência da Computação da Universidades de Helsinki, Finlândia, tornou isto uma realidade. Linus escreveu as primeiras versões do kernel (núcleo do Sistema Operacional) do Linux. A partir do Minix, um pequeno sistema UNIX desenvolvido por Andy Tannenbaum, Linus Torvalds iniciou cortando (hacking) o kernel como um projeto particular.
Finalmente, em 5 de outubro de 1991, Linus Torvalds anunciou a primeira versão pública do Linux, v. 0.02.
A partir daí, programadores do mundo inteiro têm respondido à convocação, colaborando voluntariamente com códigos enviados pela internet, tornando o Linux o podereoso Sistema Operacional que é hoje.
O que é o LinuxO Linux é um Sistema Operacional multiusuário e multitarefa. Livre e gratuito, pode ser instalado em quantas máquinas e quantas vezes você desejar sem que isso acarrete em pirataria. É um sistema reconhecido pela sua estabilidade e robustez além de ser o Sistema Operacional que mais cresce, proporcionalmente, no mundo.
Quanto à interface com o usuário, o Linux conta, com dois ambientes de trabalho: por linha de comandos, similar ao DOS e a interface XWindows, com dezenas de opções de interface gráfica.
Da mesma forma que o Windows, o Linux é multitarefa, permitindo realizar diferentes funções simultaneamente, como imprimir, editar um texto e enviar dados por modem ao mesmo tempo. Além disso, é um sistema operacional multiusuário, permitindo o acesso simultâneo por mais de um usuário.
Obs.: existem cursos de informática que ensinam a usar o Linux e os softwares livres, concorrentes do Office. No entanto, o Windows é muito mais utilizado pelas empresas e os cursos de informática preferem ensinar na plataforma Windows.
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Cursos Básicos de InformáticaO Sistema de Ensino CiaByte pode ser licenciado para aplicação de cursos a funcionários de empresas, Escolas Regulares, Faculdades, ou Escolas de Informática e Computação.
Se você pensa em montar uma Escola de Informática e Computação, deve saber da importância da Informática. Sem um certificado de Informática Básica, o primeiro emprego estaria, provavelmente, perdido. Até para concursos públicos é necessário ter este conhecimento básico, assim como a certificação.
Abaixo, alguns nichos nos quais você poderá focar seu Curso Básico de Informática:
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